quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Puts... gozei.

Calma!! Isso mesmo, calma é a primeira coisa que se deve ter para não se tornar um ejaculador precoce. A Ejaculação Precoce (EP) pode ser considerada uma disfunção sexual de cunho psicossocial. A ansiedade, como mola mestra, associada às “pressões sociais”, como ter que transar com várias mulheres e ser bom de cama, são fatores que podem levar o homem a ejacular antes do momento desejado.
Há várias formas para determinar se o homem tem EP ou não. Umas se baseiam no número de penetração, outras no tempo, mas o mais importante é que ela sempre ocorre antes do momento desejado. O clássico é aquele que antes mesmo do coito, penetração, ainda nas preliminares, não consegue controlar seu impulsos, e mergulha num mar de excitação e ejacula ali mesmo. Por vezes não foi nem estimulado, tocado, no pênis. Por isso a EP pode ser considerada uma disfunção no processo de excitação, que no caso se encontra muito aumentado.
Independente de não conseguir realizar 20 intercursos, penetrações, ficar menos de 2 minutos transando ou chegar ao extremo de ejacular antes mesmo de tudo começar, o importante é o desconforto ou, em alguns casos a agustia, causada pela EP. E o desconforto não se é só do ejaculador precoce, mas também da outra pessoa envolvida na transa, uma vez que para uma relação sexual precisa-se de uma segunda pessoa, se não seria masturbação. Isso leva a questão a uma esfera mais acima, onde a questão passa a pertencer ao casal. Por isso a cooperação do outro é importantíssima no processo terapêutico.
O tratamento físico-comportamental é o com melhor índice de sucesso. A parte comportamental consiste no controle da ansiedade e a o físico está relacionado a adquirir o controle ejaculatório através de exercícios mastubatórios e treinamento do músculo  bulboesponjoso, que fica na base do pênis e promove o “fechamento” da uretra impedido a eliminação do sêmen, a ejaculação.
Não existe nenhum medicamento que trate a EP efetivamente, apenas alguns que, na verdade, tem como efeito colateral retardar a ejaculação, porém essa ação é temporária.
Esse vídeo é da propaganda de um desodorante que fala da "Transpiração precoce", mas é perfeitamente aplicável a Ejaculação precoce. Confira:


NOTA: Segunda a Classificação Internacional de Doenças 10ª edição (CID-10), Ejaculação Precoce (F52.4) é a incapacidade de controlar suficientemente a ejaculação para que os dois parceiros achem prazer nas relações sexuais.

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domingo, 27 de novembro de 2011

Ih, mictório cheio!

Aos que se preocupam com o volume de suas calças, devem saber bem do que falo. Há situações sociais que é quase impossível de não se expor, ou melhor, expor seu falo. Ir a mictórios públicos, vestiários ou coisas do tipo, pode ser constrangedor para alguns homens, pois não há outra solução a não ser fazer o proposto àquele lugar e que tem em comum estar com o pênis para fora das calças, exposto.
Estratégia para fazer com que os mictórios ao lado não sejam ocupados
Aqui, não irei me referir ao micropênis, que é uma condição que pode ser patológica.  Falarei dos homens que têm seus pênis em tamanho normal, porém quando em estado flácido apresenta-se em discrepância além do normal de quando está em ereção. Como as situações sociais onde precisa-se expô-lo, o pênis está em estado contraído, flácido, isso acaba virando uma angustia.
Com relação aos vestiários, se tem um agravante, a ducha gelada pós-treino
E é justamente a ansiedade em se preocupar com a comparação do tamanho do pênis alheio, que podem fazer com que ele fique ainda menor do que poderia ser em flacidez. Isso porque essas situações acabam sendo estressantes, o que desencadeia reações fisiológicas como de “luta e fuga”. Esta reação libera adrenalina na corrente sanguínea, que faz com os vasos sanguíneos se contraiam, e como o pênis é um órgão vascular ele também se contrai o que irá prover a aparência de que é menor do que o real, fora de situações de exposição social. Uma boa forma de correlacionar essas situações, estresse/comprimento, é avaliar se além do pênis, a bolsa escrotal também está “contraída”. Mas se somente o pênis estiver encurtado, contraído, e a bolsa escrotal estiver relaxada, pendente, provavelmente não tem relação com o tônus adrenérgico, citado acima.
Comparando ou manjando??
A primeira coisa a se fazer é desencanar, pois quanto mais despreocupado, relaxado, com essas situações, melhor poderá ser a aparência, tamanho, do pênis em estado flácido. E a outra é fazer exercícios regulares. Exercícios musculares, promovem a dilatação dos vasos sanguíneos de todo o corpo que pode chegar, e esse efeito pode durar até 24 horas, chamado de hipotensão pós-exercício. Se realmente houver hipertonia dos vasos penianos, por conta do estresse, adrenalina, exercícios direcionados para os músculos da pelve e circunvizinhos a ela podem favorecer a manutenção dos vasos sanguíneos dessa mesma região, inclusive do pênis, mais relaxados, dilatados, ou seja, com um o tamanho aparente maior, quando flácido. Esses exercícios precisam ser rítmicos, sem pausa, com duração de cerca de 30 minutos, e grupos musculares que devem ser trabalhados são os glúteos, abdominais, proximais de coxa e os perineais.

Uma outra ferramenta que pode ser útil para trabalhar a vasculatura peniana é a famosa bomba a vácuo, que são vendidas por aí como “alongadores penianos”. Mas neste caso o objetivo dela é simplesmente ajudar a distender, dilatar, os vasos do pênis, dando uma aparência mais alongada quando em estado flácido, e de acordo com os fabricantes ela também leva ao aumento da circunferência peniana quando em ereção (??). Não esquecendo que, o importante disso tudo, exercícios e bomba a vácuo, devem ser orientados por um profissional capacitado para que possa se obter bons resultados.
Banheiro unissex, o cúmulo do bom resultado
Ah, mas não se esqueça, seja em mictórios públicos ou em vestiários, atenção no sabonete!

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domingo, 9 de outubro de 2011

Mais vale o arco-íris que o pote de ouro

Esse é um tema, para nós homens do século XXI, muito importante, pois as mulheres chegaram dizendo a que vieram. Confuso? Pois bem, nossas avós quando se casaram, dentre os papeis domiciliares que desempenhavam era de “servir” aos nossos avôs sexualmente, ao bel prazer deles. Mas eis que chega a década de 60, revolução sexual e a pílula anticoncepcional e de lá pra cá nós é que passamos a rebolar, não à mercê delas, mas para entender como funciona o prazer delas. Uma coisa já sabemos, não é igual ao nosso, que esfregou, subiu.
“Mas vale o arco-íris que o pote de ouro” traduz a forma pela qual temos que nos comportar numa relação sexual.  Em vez de irmos direto ao pote de ouro que, para nós homens, e a penetração, temos que na verdade é que passar por todo o arco-íris, as preliminares. Passando assim por todo o corpo até chegar a genitália em si. Nos homens, limitamo-nos ao prazer genital, ou seja, para nós, o pênis é o nosso centro do prazer e acabamos sendo levados a pensar que o mesmo acontece com a mulher, resumindo assim a relação sexual a penetração.  
Podemos considerar que a pele, por ser o maior órgão sensorial que temos, medindo 2m², é o nosso maior órgão sexual também. Por que então limitarmos nosso prazer a uma área que corresponde a cerca de 0,85%, que é a porção de pele que recobre o pênis? O que faremos com os 99,15% de pele que sobra em todo o corpo?
Já que não somos assim...
Se você não sabe por onde começar, que tal a zonas erógenas clássicas? Como orelhas, nuca, mamilos, umbigo – PULA – parte interna das coxas, glúteos e períneo. Por esse “circuito do arco-íris” usando e abusando da boca e das mãos, e tendo com final o períneo, aí sim, HABEMUS VULVA! Mas uma vez lá, ainda sim, há muito que fazer até chegarmos a colocar a barra de ouro no tão desejado pote.
Enfim, temos muito mais prazer a sentir, e a dar, quando temos mais intimidade com o outro. Essa mesma intimidade, faz com que a mulher possa proporcionar ao homem a mesma sensação de prazer por todo corpo e não se limitando, ela também, ao pênis dele.

Enquanto Walcyr Carrasco se ruborisa por uma catada de uma mulher, aqui a gente tenta ficar no páreo com elas. Aconselho a leitura da coluna dele na Época,"De caçador a caça", muito boa.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Pimenta no dos outros é refresco

Poderia começar com aquele papo de tabus ou coisas do tipo, mas a proposta aqui é justamente simplificar as coisas. O assunto é sexo anal.
O mais interessante é que quando ouvimos “sexo anal”, fazemos quase de imediato uma associação com homossexualidade.  O que é uma grande besteira. Pergunte a qualquer homem, heterossexual, qual o seu grande desejo na cama com uma mulher. É bem provável que a resposta seja de pronto sexo anal, enquanto que se você perguntar a um homem, homossexual, o que ele quer na cama com outro homem, é bem provável que ele não te responda que quer sexo anal, pura e simplesmente. Então, paramos por aqui com esse preconceito descabido, e falemos de sexo anal fora da perspectiva da orientação sexual. Até porque, eu estava esquecendo de outra “modalidade” de sexo anal, o Strap on, onde um homem, heterossexual, até que se prove o contrário, é penetrado no ânus por um vibrador, preso a uma cinta, numa mulher. Além, claro, do famoso  fio terra.

Falando em fio terra...

Podemos separar o desejo/prazer pelo sexo anal em dois. Um primeiro, poderíamos dizer que está associado ao fetiche do homem brasileiro com o “bumbum”, associado ao fato de que o ânus é orifício margeado por potentes músculos, que se mantêm contraídos firmemente, conferindo a ele ser mais “apertado” que a vagina. E por se mais “apertado” a sensação de prazer acaba sendo maior no pênis durante a penetração. Neste caso estamos falando da relação sexual anal insertiva, o popularmente chamado de “ativo”. No segundo, consideremos a fisiologia a anatomia da região anal, que compartilha da mesma inervação da genitália, tanto a masculina quanto a feminina, o que a torna uma região naturalmente erógena, excitável, para ambos os sexos. Aqui estamos falando de ter prazer no ânus, o que ocorre no sexo anal receptivo, ou comumente denominado de “passivo”.
Temos outras questões importantes quanto ao sexo anal, no que se refere a saúde. Como falamos em fisiologia, sabemos muito bem que a função do ânus é eliminação das fezes, que ficam, até segunda, ordem no reto (ampola retal). Isso significa que para uma relação sexual saudável, é indispensável a higiene anal, também conhecidos como enema ou clister. Não preciso nem dizer que o uso da camisinha é imprescindível!  Principalmente porque o sexo anal desprotegido, há 18 vezes mais chances de transmitir o vírus HIV, por exemplo, do que o sexo vaginal sem camisinha. Só lembrando, que o vírus da AIDS, não está relacionado ao sexo, orientação sexual, cor, idade ou classe social, mas sim a um comportamento de risco, que é transar sem camisinha.
Uma última questão com relação ao sexo anal é afirmar que, quem se dispõem a ser receptivo, tende a ter alguma disfunção anorretal, como por exemplo, a incontinência gasosa e/ou fecal (perda involuntária de flatos e/ou fezes, respectivamente), “rachaduras” na margem anal  (fissura anal) e inflamação do tendão do músculo do ânus (tendinite do levantador do ânus). Estes são mitos, mas em parte. Há estudos que mostram que uma alta freqüência de relação sexual anal receptiva, ou seja, sendo passivo, podem ocorrer algumas destas disfunções anorretais.
Nesta última questão temos duas soluções. Uma saber que ao contrário do que se diz o ditado, pimenta no “olho” do outro não é refresco não. Todo cuidado e tato, ao insertivo na hora da penetração, na relação sexual anal são indispensáveis. E outra, é ao receptivo (a), aprender a relaxar adequadamente a musculatura anal, bem como fortalecer essa mesma musculatura, pois músculos flexíveis e fortes tendem a se lesionar menos. Não esquecendo que a dor, é o primeiro sinal que as coisas não vão bem, por isso, lubrificantes que contenham analgésicos não são indicados, pois podem “mascarar” sinalização de que algo está errado.


sábado, 20 de agosto de 2011

Boa comida!

Você sabia que para ter uma boa transa você precisa se alimentar bem?
Ostra
Parece simples e fácil ter uma ereção, mas não é bem assim. Tudo bem que para os jovens basta “esfregar a lâmpada que o gênio sai”, mas com o avanço da idade isso começa a ficar um pouco mais difícil. Essa dificuldade acontece por vários motivos, uma delas é a perda da integridade vascular do pênis.  Já vimos que o exercício físico e o fortalecimento dos músculos do períneo podem favorecer a vasculatura peniana e, consequentemente, a qualidade da ereção. Mas assim como os exercícios a alimentação também ajuda a manter a saúde do pênis.
Um dos princípios para uma alimentação que melhore a saúde sexual é o mesmo que melhora a o sistema vascular do corpo todo, que são os alimentos que contêm Ômega 3 e Flavonoides. O Ômega 3 é um ácido graxo, que além ajudar no controle do colesterol, ajuda as artéria a produzirem óxido nítrico, que é um vasodilatador. Os alimentos que contêm ômega 3 são as oleaginosas, como  nozes, castanha do Pará, avelã, amêndoas,  e alguns tipos de peixes, como salmão e atum. Já os flavonóides aumentam a produção de óxido nítrico no organismo. Os flavonóides são encontrados no chocolate amargo, vinho, suco de uva integral e chá verde.
Chocolate amargo
Alguns outros alimentos influenciam na produção de testosterona, que é o hormônio responsável pela libido. São alimentos que possuem Zinco, Magnésio e vitaminas do Complexo B. Esses são alguns: aveia, feijões, ostra, banana, carne vermelha magra, entre outras.
Banana
Além desses alimentos que são benéficos para a saúde sexual do homem, há também outros que devem ser evitados ou consumidos com moderação. São os alimentos que contêm grandes quantidades de álcool, gorduras saturadas ou carboidratos. Com relação ao carboidrato deve se dar preferência aos provenientes de grãos integrais.
Boa Comida!

segunda-feira, 27 de junho de 2011

PERINEOCULTURSMO

Com certeza você nunca ouviu falar nesse termo, mas é possível que imagine o significado, mesmo sendo um neologismo. De acordo com meu próprio dicionário, Perineoculturismo é o fisiculturismo dos músculos do períneo (músculos do assoalho pélvico).
Se você já acompanha o blog deve saber o que é o períneo e qual sua função. Mas se você esqueceu ou é novo por aqui, explicarei novamente. Períneo é o espaço entre a vagina e o ânus, na mulher, e entre a bolsa escrotal e o ânus, no homem. Nessa região encontram-se os músculos do períneo, que têm, ou auxiliam, na função de:
  • Sustentar as vísceras e órgãos pélvicos (bexiga, útero, reto e etc), impedindo que eles “saiam”;
  • Junto com os esfíncteres anal e vesical (bexiga), controlam a liberação e a continência das fezes e da urina, respectivamente;
  • No ato sexual é responsável pelo aumento de fluxo sanguíneo para a genitália, melhorado a qualidade da ereção, tanto do pênis quanto do clitóris;
  • Quando fortalecidos, proporcionam um estreitamento do canal vaginal, o que gera uma melhora na sensação na penetração, aumentando o prazer do casal;
  • No homem ajuda no controle voluntário da ejaculação, bem como na emissão do esperma;
  • Na relação sexual anal, seja hétero ou homo, quando os músculos estão devidamente relaxados e associado ao cuidado do parceiro, favorecem a penetração e aumentam a sensação de prazer para ambos;
Quando esses músculos estão enfraquecidos, quando há perda de massa muscular (“comum” a partir dos 40 anos) e/ou na presença de disfunções pélvicas (urogenital, ginecológica, sexual e coloproctológica) essas funções acima ficam prejudicadas. O Perineoculturismo evita que essas funções sejam alteradas, quando estas são de origem muscular, e promove uma melhora na ação desta musculatura, proporcionando um incremento funcional dos músculos do assoalho pélvico. Se formos considerar o incremento na função sexual, estamos falando em aumento da performance e do prazer na transa.  
O melhor disso tudo, que diferente do fisiculturismo que exige, pelo menos, duas horas diárias de malhação puxada e muito suplemento, o Perineoculturismo precisa de não mais que 30 minutos por dia, que podem ser fracionados ao longo do dia e não precisam de roupa ou local especial para se exercitar. A única semelhança entre ambos “culturismos”, é que precisam de acompanhamento de um especialista, no mínimo na fase inicial do treinamento muscular com subseqüente acompanhamento periódico, que no caso do Perineoculturismo é o fisioterapeuta.  
E aí, vai esperar as coisas irem mal com seu amigo aí embaixo, para correr atrás do prejuízo? Mexa-se! Se bem que neste caso, ninguém percebe o movimento do períneo, só você mesmo, a não ser que você coloque em prática na hora do sexo...

sábado, 11 de junho de 2011

O dedo que salva


O dedo de Deus deu a vida e o dedo do médico pode salvá-la. O exame de toque ainda é um método extremamente importante na detecção precoce do desenvolvimento do Câncer de Próstata. Através deste exame o médico avalia o tamanho, conformação e textura da próstata, que normalmente é do tamanho de uma ameixa e com cerca de 20g num adulto jovem. Você deve está se perguntando, mas será que não tem outras formas de detecção do câncer? A resposta é sim, mas são exames complementares, como: o PSA, ultrassonografia transretal e biópsia.
Não é a toa que os homens têm que se preocupar com a próstata a partir dos 40 anos, fazendo exames como o de toque e o PSA, anualmente. Foi estimado que no Brasil, só em 2010, tenha havido 52.350 óbitos devido ao câncer de próstata e que a incidência seja de 54 novos casos a cada 100.000 homens. Outra consideração importante é que naturalmente a próstata aumente cerca de 0,4g por ano a partir dos 31 anos de idade. Ou seja, sua próstata aos 20 anos pesava 20g  e pesará 24g aos 41 anos de idade. Um aumento que seja diferente dessas proporções pode ser indicativo de uma neoplasia prostática, o que é observado ao exame de toque, e através de outros exames chegará à conclusão que se trata de uma Hiperplasia Prostática Benigna (aumento anormal) ou Câncer de Próstata. Quase sempre o tratamento para o câncer é cirúrgico. A cirurgia pode ser realizada pelo abdomem (retropúbica), pelo períneo ou pela urtra (transuretral), como mostra as ilustrações abaixo.


Independente da natureza da intervenção, cirurgia, radioterapia, hormonioterapia ou irradiação interstical, há complicações. As complicações que são passiveis do tratamento fisioterapêutico, de forma coadjuvante, são a incotinência urinária, disfunção erétil e encurtamento do pênis. Obviamente que o sucesso do tratamento depende de vários fatores, e o principal é o grau de integridade dos nervos que controlam a micção e a ereção, que normalmente são lesados nas intervenções.  

Se você ainda é jovem, não há muito com que se preocupar com a sua próstata, a não ser que tenha na família algum caso, o que pode aumentar a probabilidade de vir a ter câncer de 3 à 10 vezes. Mas é bom ficar atento com saúde da sua próstata, e que por ser jovem pode se restringir a uma prostatite (inflamação da próstata), e alguns dos sintomas prostáticos são:
  • jato urinário cada vez mais fraco;
  • dificuldade ou demora para iniciar a micção;
  • necessidade frequente de urinar;
  • acordar à noite para urinar;
  •  interrupção involuntária do jato urinário;
  • presença de sangue na urina;
  • dor ou sensação de queimação durante a micção;
  • urgência (sensação de que não pode segurar a urina);
  • sensação de esvaziamento incompleto da bexiga.

Saiba mais em:
http://www.uro.com.br/prostata.htm